Nossos Tratamentos
Tratamento para Depressão
Desde os tratamentos mais simples até os mais complexos para depressão.
Escetamina para Depressão
Eficaz em cerca de 70% dos casos de depressão que não melhoram com antidepressivos tradicionais.
EMT para Depressão
Tratamento não invasivo que não requer medicação.
Hipnose e EMDR para Depressão
Reprogramação do subconsciente e quebra de padrões de pensamento e comportamento disfuncionais.
Tratamento para Alcoolismo
Eficaz em cerca de 80% dos casos de acordo com os dados científicos.
Materiais e Entrevistas
Assista aos vídeos e conheça mais sobre os métodos e tratamentos que utilizamos.
Blog da Clínica Ór
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EMT (Estimulação Magnética Transcraniana) Funciona para Sempre? O Que Acontece Após o Tratamento
A Estimulação Magnética Transcraniana (EMT) pode proporcionar melhora significativa dos sintomas da depressão, mas seus efeitos não são necessariamente permanentes. Estudos mostram que parte dos pacientes mantém a resposta por meses após o tratamento, enquanto outros podem apresentar recaída. A duração do benefício varia conforme cada caso. Estratégias de manutenção, acompanhamento psiquiátrico e outros tratamentos podem ajudar a prolongar a remissão e reduzir o risco de novos episódios.

Onde tratar a depressão? Saiba qual profissional e estrutura procurar em cada situação
Saber onde tratar a depressão é o primeiro passo para buscar o cuidado adequado. Psiquiatras e psicólogos desempenham funções diferentes e podem atuar de forma complementar durante o tratamento. Casos leves podem ser acompanhados na atenção primária, enquanto situações mais complexas podem exigir atendimento especializado ou acompanhamento em um CAPS. Quando existem sinais de risco imediato, como ideação suicida, é necessário procurar atendimento de urgência.

Depressão Grave: Sinais de Mudança de Comportamento que a Família Percebe Primeiro
A depressão grave é uma condição médica séria e debilitante, que afeta não apenas o indivíduo, mas toda a estrutura familiar. Frequentemente, as pessoas ao redor familiares e amigos próximos são as primeiras a notar as mudanças sutis no comportamento do paciente. Sinais como isolamento social, irritabilidade excessiva, perda de interesse em atividades prazerosas, alterações no sono e apetite podem ser os primeiros alertas. Este artigo discute esses indicadores cruciais que a família deve observar e destaca a importância de um ambiente acolhedor para buscar ajuda profissional. Não ignore os sinais; a intervenção precoce pode salvar vidas.
